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	<title>Cotidiano.blog.br</title>
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	<description>Educação em pauta.</description>
	<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 23:07:53 +0000</pubDate>
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		<title>O Uso do Tempo</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 23:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltando ao tema tempo, ficou faltando falar do seu uso. Sempre dizemos “falta tempo&#8230;”, “não tenho tempo..”, “perder tempo&#8230;” como se o tempo fosse o culpado por aquilo que fazemos ou deixamos de fazer. A noção de tempo tem a ver com o que cada um faz dele, ou seja, com a forma como ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt">Voltando ao tema tempo, ficou faltando falar do seu uso. Sempre dizemos “falta tempo&#8230;”, “não tenho tempo..”, </span><span style="font-size: 14pt">“perder tempo&#8230;” como se o tempo fosse o culpado por aquilo que fazemos ou deixamos de fazer. A noção de </span><span style="font-size: 14pt">tempo tem a ver com o que cada um faz dele, ou seja, com a forma como ele é preenchido. </span></p>
<p v:shape="_x0000_s1026" class="O"><span style="font-size: 14pt">O dia é igual para todos, tem 24 horas e pode ser dividido em 3 blocos, com duração aproximada de 8 horas </span><span style="font-size: 14pt">cada um. A duração de cada um desses blocos pode variar de uma pessoa para outra, ou, mesmo para uma </span><span style="font-size: 14pt">mesma pessoa, de um dia para outro, mas, de modo geral, a regra é válida para todos. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">O primeiro bloco é utilizado para dormir, repousar, descansar, relaxar e recuperar as energias. Embora o </span><span style="font-size: 14pt">número de horas de sono varie de uma pessoa para outra e de acordo com a idade, na média, as pessoas </span><span style="font-size: 14pt">devem descansar por um período correspondente a, aproximadamente, 8 horas. Evidentemente, que isso não </span><span style="font-size: 14pt">significa que uma pessoa não possa virar uma, ou mais noites sem dormir. No entanto, se, consistentemente, </span><span style="font-size: 14pt">ela não dormir cerca de 8 horas por dia, ficará doente, e poderá, mesmo, vir a morrer. Então, todos devem usar </span><span style="font-size: 14pt">um bloco de, aproximadamente, 8 horas por dia, para repousar. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">O segundo bloco de 8 horas, é formado por aquelas horas “perdidas”, em que você aproveita para fazer um </span><span style="font-size: 14pt">monte de coisas, muitas delas importantes e essenciais como comer, mas muitas delas sem nenhuma </span><span style="font-size: 14pt">importância. Essas coisas são diferentes de um dia para o outro. Aquele tempo que você perde na condução, </span><span style="font-size: 14pt">atendendo telefonemas ou vendo TV, visitando parentes ou amigos, tomando uma cerveja com os amigos, </span><span style="font-size: 14pt">namorando, olhando as vitrines das lojas, navegando na internet, dando uma caminhada para espairecer, etc, </span><span style="font-size: 14pt">etc.. São horas perdidas porque você faz tantas coisas diferentes, o tempo passa e, quando percebe, já </span><span style="font-size: 14pt">acabaram. Sem dúvida, essas coisas fazem parte da vida e precisam ser feitas. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Finalmente, o terceiro bloco de 8 horas, você passa trabalhando. Este é o bloco onde você faz aquilo que </span><span style="font-size: 14pt">marca a sua vida e quem é. Tanto que a maioria das pessoas é conhecida pelo que faz: “Ah! O José que é </span><span style="font-size: 14pt">médico? Sei quem é”; “Aquele que trabalha na Petrobrás?”; “Ele é vendedor, né?” e assim por diante. Esse é o </span><span style="font-size: 14pt">bloco mais importante e o que faz a diferença, pois é o trabalho que possibilita a realização pessoal e </span><span style="font-size: 14pt">profissional, bem como ganhar o dinheiro necessário para usufruir, da melhor maneira possível, dos outros </span><span style="font-size: 14pt">blocos: ter uma lugar onde morar, conseguir tudo aquilo necessário para se manter saudável, desfrutar dos </span><span style="font-size: 14pt">prazeres da vida, dar conforto para a família, etc.. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">A maioria das pessoas gasta, em média, 8 horas por dia trabalhando. Essas horas acontecem logo depois que </span><span style="font-size: 14pt">a pessoa acorda, quando está descansada, com toda disposição e energia. A maioria das pessoas trabalha, </span><span style="font-size: 14pt">desde, aproximadamente, os 18 anos, até lá pelos 60 e poucos anos. São os anos em que a pessoa está </span><span style="font-size: 14pt">plenamente desenvolvida, tanto física, quanto intelectual e mentalmente, em que está com toda disposição e </span><span style="font-size: 14pt">energia para fazer as coisas, com toda motivação para encarar tudo, com todas as esperanças e sonhos para </span><span style="font-size: 14pt">se desenvolver, para crescer, para alcançar o sucesso e se realizar. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Agora, pare e pense um pouco: as pessoas passam, em média, 8 horas por dia trabalhando – </span><span style="font-size: 14pt"><strong>as<span>  </span>8 melhores horas </strong></span><span style="font-size: 14pt"><strong>do dia</strong></span><span style="font-size: 14pt">, por cerca de 45 anos – </span><span style="font-size: 14pt"><strong>os 45 melhores anos da vida</strong></span><span style="font-size: 14pt">. Para a vida valer a pena, é preciso VIVER </span><span style="font-size: 14pt">plenamente esse tempo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Se você não gosta do que faz, mude o quanto antes&#8230; ou então, se esforce ao máximo para passar a gostar. É </span><span style="font-size: 14pt">preciso viver plenamente cada momento do tempo que se passa trabalhando; é preciso se dedicar, se esforçar </span><span style="font-size: 14pt">sempre ao máximo, dar tudo de si, obter o reconhecimento. É preciso encontrar alegria naquilo que faz, se </span><span style="font-size: 14pt">realizar, ser feliz no trabalho. Não vale a pena se guardar, se economizar, como muitos fazem. Se guardar, se </span><span style="font-size: 14pt">economizar para que?; para quando?; para quem? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Esse é o único meio de chegar no fim<span>  </span>e não se sentir, como tantos, frustrados, infelizes, ou concluir que foi um </span><span style="font-size: 14pt">fracasso. Pense nisso. Toda hora é hora de mudar.</span></p>
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		<title>O Tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2007 03:19:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez ou outra, todos reclamamos do tempo. Tempo, não no sentido climático, mas no sentido psicológico embutido na ocorrência de uma seqüência de eventos. Falta de tempo para fazer as coisas que gostaríamos, ou como desculpa por termos deixado de fazer algo, ou ainda, como o momento que deixou de ser apropriado para se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p v:shape="_x0000_s1026" class="O"><span style="font-size: 14pt">Uma vez ou outra, todos reclamamos do tempo. Tempo, não no sentido climático, mas no sentido psicológico </span><span style="font-size: 14pt">embutido na ocorrência de uma seqüência de eventos. Falta de tempo para fazer as coisas que gostaríamos, </span><span style="font-size: 14pt">ou como desculpa por termos deixado de fazer algo, ou ainda, como o momento que deixou de ser apropriado </span><span style="font-size: 14pt">para se fazer determinadas coisas.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Compare o “seu tempo” com o dos outros. Compare o que você faz nesse tempo e o que os outros fazem. </span><span style="font-size: 14pt">Provavelmente, você encontrará muita gente que faz menos que você; mas encontrará, também, muita gente </span><span style="font-size: 14pt">que faz muito mais que você. Todos reclamam da falta de tempo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Tirando o “tic-tac” e o movimento dos ponteiros do relógio, o tempo é um conceito relativo. No entanto, </span><span style="font-size: 14pt">excetuando a diferença na longevidade, o tempo é um dos aspectos da vida que é absolutamente igual para </span><span style="font-size: 14pt">todos. No sentido de que os anos, meses, semanas, dias, horas, minutos têm a mesma duração para todos. O </span><span style="font-size: 14pt">tempo é igual para todos, desde a pessoa mais ocupada do mundo até aquela que não faz nada. No entanto, </span><span style="font-size: 14pt">“ter muito” ou “pouco tempo” é um conceito bastante relativo. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Em geral, as pessoas que mais reclamam que não tem tempo são aquelas que fazem menos coisas; as que </span><span style="font-size: 14pt">menos reclamam são as que fazem mais coisas no tempo que têm. Na verdade, o tempo todo você está </span><span style="font-size: 14pt">fazendo alguma coisa&#8230; nem que seja estar dormindo. Portanto, tempo tem a ver com a quantidade de coisas </span><span style="font-size: 14pt">úteis e relevantes feitas ou que deixaram de ser feitas. Algumas pessoas têm mais capacidade de usar ou </span><span style="font-size: 14pt">aproveitar o tempo para fazer mais coisas que, realmente, importam. Outras, são dispersas, não conseguem </span><span style="font-size: 14pt">manter o foco e desperdiçam a maior parte do seu tempo fazendo coisas sem importância. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">O tempo está relacionado ao passado, ao presente e ao futuro das pessoas. Muita gente vive do passado: </span><span style="font-size: 14pt">gastam boa parte do tempo lembrando os bons tempos, as glórias e sucessos que não existem mais. Outros, </span><span style="font-size: 14pt">vivem se lamentando dos erros, daquilo que fez ou deixou de fazer – a escola que deixou de freqüentar,<span>  </span>a </span><span style="font-size: 14pt">oportunidade que não aproveitou, a menina que não conquistou porque nem tentou - e culpando o passado </span><span style="font-size: 14pt">pela situação presente. Com isso, esquecem o presente. O problema de viver do passado é que, tirando as </span><span style="font-size: 14pt">lembranças e o aprendizado, ele não mais te pertence. Você não pode atuar sobre o que aconteceu, ele está </span><span style="font-size: 14pt">fora do seu alcance, você não pode mudar, fazer voltar ou perenizar o passado. O que se pode fazer com o </span><span style="font-size: 14pt">passado é analisar, refletir e tirar conclusões que direcionem as ações do presente. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Por outro lado, muita gente vive do futuro: imaginando e sonhando como vai ser bom quando completar 18 </span><span style="font-size: 14pt">anos, quando terminar a faculdade, quando arrumar um emprego, quando seus filhos forem adultos e </span><span style="font-size: 14pt">independentes, quando entrar de férias, quando for rico, quando vier a aposentadoria&#8230; Com isso, também, </span><span style="font-size: 14pt">esquecem o presente. Da mesma forma que o passado, o futuro também não te pertence. Por mais que você </span><span style="font-size: 14pt">planeje, sonhe e faça coisas pensando no futuro, os fatores são muitos e nada pode garantir, com certeza, que </span><span style="font-size: 14pt">as coisas vão ser como você imaginou ou planejou. O que você pode fazer, é se preparar, criar algumas </span><span style="font-size: 14pt">condições que melhorem as chances de sobrevivência e adaptação no futuro. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Então, o que resta é o presente. Esse é o único momento que te pertence totalmente. Em cada momento do </span><span style="font-size: 14pt">presente, uma pessoa adulta tem total autonomia para decidir o que fazer. O ideal é conseguir viver </span><span style="font-size: 14pt">plenamente o momento presente. Evidentemente, que aquilo que foi feito no passado tem uma influência muito </span><span style="font-size: 14pt">grande nas decisões e ações de cada momento do presente. Evidente, também, que as decisões<span>  </span>e ações do </span><span style="font-size: 14pt">presente vão influenciar grandemente a capacidade de tomar decisões e agir da maneira “certa” no futuro. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Ser capaz de viver plenamente o presente, de tomar a decisão “certa” em cada momento, tem a ver com a </span><span style="font-size: 14pt">educação recebida no passado. Esse é o grande desafio da educação. Será que fomos preparados no </span><span style="font-size: 14pt">passado, para fazer isso? Será que estamos preparando os jovens de hoje para serem capazes de fazer isso, </span><span style="font-size: 14pt">no futuro? </span></p>
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		<title>O Cliente</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2007 03:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[ Quando dizem que muitos dos conteúdos dados nas escolas não tem vinculação com a realidade, muitos alunos, pais, professores e mesmo educadores se esquecem que as escolas são concessões do estado e que uma de suas finalidades primordiais é formar cidadãos melhores. 
A aproximação das escolas com as empresas trouxe muitos aspectos positivos. Uma delas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span style="font-size: 14pt">Quando dizem que muitos dos conteúdos dados nas escolas não tem vinculação com a realidade, muitos </span><span style="font-size: 14pt">alunos, pais, professores e mesmo educadores se esquecem que as escolas são concessões do estado e que </span><span style="font-size: 14pt">uma de suas finalidades primordiais é </span><span style="font-size: 14pt"><strong>formar cidadãos melhores</strong></span><span style="font-size: 14pt">. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span><span style="font-size: 14pt">A aproximação das escolas com as empresas trouxe muitos aspectos positivos. Uma delas foi o foco nas </span><span style="font-size: 14pt">“qualificações” e “competências” necessárias para ingressar no mercado de trabalho. </span></p>
<p v:shape="_x0000_s1026" class="O"><span style="font-size: 14pt">No entanto, a ênfase excessiva na formação de competências, talvez tenha feito com que as universidades </span><span style="font-size: 14pt">deixassem um pouco de lado a preocupação em formar pessoas melhores, bons “cidadãos”. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">O que a maioria dos alunos, pais e empresários do ramo não tem é a compreensão de que as escolas devem </span><span style="font-size: 14pt">satisfação, em primeiro lugar, à sociedade. Elas devem procurar formar pessoas melhor capacitadas para </span><span style="font-size: 14pt">ajudar a resolver os problemas<span>  </span>e necessidades que a sociedade tem e que contribuam para criar um mundo </span><span style="font-size: 14pt">melhor para todos. O </span><span style="font-size: 14pt"><strong>CLIENTE</strong></span><span style="font-size: 14pt"> a quem as escolas devem dar satisfação é a sociedade, não os alunos ou seus </span><span style="font-size: 14pt">pais, mesmo que sejam eles que paguem as mensalidades ou os impostos que possibilitam a sua existência e </span><span style="font-size: 14pt">sobrevivência. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">É comum ver notícias de escolas que se submetem aos “desejos” de seus clientes (alunos e pais) ou que tem </span><span style="font-size: 14pt">encontrado problemas, por não se submeterem. O que leva a essa situação é uma visão errada e deturpada da </span><span style="font-size: 14pt">finalidade das escolas, por parte tanto dos pais, dos alunos e, mesmo, de muitos professores e diretores de </span><span style="font-size: 14pt">escolas. Um dos efeitos dessa visão deturpada é a noção de que o aluno vai à escola para passar de ano e </span><span style="font-size: 14pt">conseguir o diploma. Evidentemente, muitas escolas tiram proveito disso, visando apenas o lucro. Aprender, e </span><span style="font-size: 14pt">mais que isso, aprender o que é relevante, representa apenas um detalhe de pouca importância. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Talvez isso explique, em parte, porque existem tantas vagas sendo oferecidas pelo mercado de trabalho, mas </span><span style="font-size: 14pt">as empresas não encontrem pessoas com as qualificações necessárias para preenchê-las. Talvez explique, </span><span style="font-size: 14pt">também, porque a produtividade em nosso país seja tão baixa, quando comparada com a de outros países; </span><span style="font-size: 14pt">porque o país perde, cada vez mais, em competitividade, frente a outros países emergentes, ou porque tantas </span><span style="font-size: 14pt">empresas estão transferindo suas linhas de produção para países em que conseguem maior produtividade por </span><span style="font-size: 14pt">custos menores. </span></p>
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		<title>MEUS CAROS AMIGOS</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 01:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não encontro os mesmos amigos. Éramos jovens, com a vida indefinida. Em pouco tempo demos rumos aos nossos sonhos loucos de sermos tudo e sempre. Agíamos como se nossas relações descuidadas e nós mesmos fossemos eternos. Como consentimos concretizar nossos sonhos de plenitude? Por que não ficamos conversando nos bares e olhando a vida, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13pt"><font face="Times New Roman">Já não encontro os mesmos amigos. Éramos jovens, com a vida indefinida. Em pouco tempo demos rumos aos nossos sonhos loucos de sermos tudo e sempre. Agíamos como se nossas relações descuidadas e nós mesmos fossemos eternos. Como consentimos concretizar nossos sonhos de plenitude? Por que não ficamos conversando nos bares e olhando a vida, nomeando-a e hipotetizando o que iria acontecer? O que nos tornou mortais? Que mão forte nos empurrou para dentro da concretude da vida, um dia após o outro ao invés de vida inteira? Como aconteceu de aceitarmos nossa finitude e fragilidade?</font></span></p>
<p><span style="font-size: 13pt"></span><span style="font-size: 13pt"><font face="Times New Roman">Éramos amigos inteiros, também. Totais. Para sempre. Inda hoje, quando revejo um ou outro, a mesma chama de plenitude brilha em nosso encontro e falamos da saudade do tempo das totalidades. Mas depois vamos embora, cada um para sua vida. E carregamos dentro do peito, ao virarmos nossas esquinas, a melancolia do fim de um tempo. Não somos mais amigos? Somos. Só que o tempo agora é outro: quebrado, parcial, dividido em acontecimentos.</font></span></p>
<p><span style="font-size: 13pt"></span><span style="font-size: 13pt"><font face="Times New Roman">Eu era inteiro, também. Total. Para sempre. Inda hoje, quando revejo uma ou outra<span>  </span>fotografia, a chama da plenitude brilha nos meus olhos retratados e sinto saudade do tempo das totalidades. Mas depois fecho o álbum e volto para a minha vida. Mas carrego dentro do peito, ao virar minhas esquinas, a melancolia do fim de um tempo. Não sou mais eu mesmo? Sou. Só que o tempo agora é outro: quebrado, parcial, dividido em acontecimentos. </font></span></p>
<p><span style="font-size: 13pt"></span><span style="font-size: 13pt"><font face="Times New Roman">Agora que fiz 50 anos, percebo que meu momento é mais rico que o de antes. Aprendo a ver o grande no pequeno, o todo nas partes, o eterno no instante. Aprendo a viver minhas horas como únicas, não extensas, não enormes. Aprendo que na fragilidade do mínimo segundo mora a intensidade da hora cheia, do tempo que é e passa. Mas é e o é por completo, em sua total sutileza e singularidade. E tenho, então, a ventura de retomar em meu peito os amigos antigos e<span>  </span>ser capaz de revivê-los e a mim mesmo por inteiro, neste frágil lampejo de memória, fugaz como somos, o infinito das horas mergulhado no minuto.</font></span></p>
<p align="right"><font face="Times New Roman"><strong><em><span style="font-size: 13pt">Autor: </span></em></strong><strong><em><span style="font-size: 13pt" lang="EN-US">miguelangeloyalenteperosa</span></em></strong></font></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Acabaram com o INSUFICIENTE</title>
		<link>http://www.webcompetencias.com/cotidiano/07/05/2007/acabaram-com-o-insuficiente/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2007 03:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Jornal do Brasil do dia 06.05.2007 estampa na primeira página a manchete: “Município acaba com reprovação escolar”. O prefeito César Maia, por decreto, acabou com o conceito Insuficiente nas 1.054 escolas do Ensino Fundamental do município. Ao todo, 625.000 alunos vão ser aprovados automaticamente. 

A justificativa dada pelo prefeito é que esse é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p v:shape="_x0000_s1026" class="O"><span style="font-size: 14pt">O Jornal do Brasil do dia 06.05.2007 estampa na primeira página a manchete: “Município acaba com </span><span style="font-size: 14pt">reprovação escolar”. O prefeito César Maia, por decreto, acabou com o conceito </span><span style="font-size: 14pt"><strong>Insuficiente</strong></span><span style="font-size: 14pt"> nas 1.054 </span><span style="font-size: 14pt">escolas do Ensino Fundamental do município. Ao todo, 625.000 alunos vão ser aprovados automaticamente. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">A justificativa dada pelo prefeito é que esse é o sistema adotado </span><span style="font-size: 14pt"><em>“nos países onde a educação é máxima </em></span><span style="font-size: 14pt"><em>prioridade”.</em></span><span style="font-size: 14pt"> Será que o prefeito estudou direito o sistema educacional desses países? Será que a aprovação </span><span style="font-size: 14pt">automática é o único ou principal fator que faz com que os indicadores educacionais nesses países sejam </span><span style="font-size: 14pt">superiores aos nossos? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Triste país em que os problemas, quaisquer que sejam, são resolvidos por decreto. Pronto: acabaram as </span><span style="font-size: 14pt">diferenças individuais e a exclusão social. Todos agora vão receber um diploma que comprova a igualdade de </span><span style="font-size: 14pt">qualificação. Para que as coisas não ficassem desequilibradas, ele acabou também com o outro extremo, ou </span><span style="font-size: 14pt">seja, o conceito </span><span style="font-size: 14pt"><strong>Ótimo</strong></span><span style="font-size: 14pt">. Agora, só existe </span><span style="font-size: 14pt"><strong>Muito Bom</strong></span><span style="font-size: 14pt">, </span><span style="font-size: 14pt"><strong>Bom</strong></span><span style="font-size: 14pt"> e </span><span style="font-size: 14pt"><strong>Regular</strong></span><span style="font-size: 14pt">. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Na verdade, o que ele fez foi nivelar todos por baixo. O importante são as estatísticas. Aprender&#8230; prá que </span><span style="font-size: 14pt">aprender? O que vai acontecer é que todos (ou pelo menos quase todos) os oriundos dessas escolas vão </span><span style="font-size: 14pt">passar a ter o conceito </span><span style="font-size: 14pt"><strong>INSUFICIENTE</strong></span><span style="font-size: 14pt"> dado pelo mundo real, porque mais cedo ou mais tarde, vão ter que se </span><span style="font-size: 14pt">confrontar com a realidade da vida. E vão ser escorraçados para a marginalidade, porque não tem a </span><span style="font-size: 14pt">preparação necessária. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Uma das funções principais das escolas é preparar o aluno para conseguir enfrentar e sobreviver na vida real. </span><span style="font-size: 14pt">A vida real não é assim, ela te confronta com desafios o tempo todo. Você não é aprovado automaticamente </span><span style="font-size: 14pt">em nenhuma situação. Em todas elas você tem obrigações e tem que fazer por merecer.Nada é alcançado de </span><span style="font-size: 14pt">graça. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">O governo, de um modo geral, educa o povo para esperar sentado, não para ir à luta, para se esforçar, para </span><span style="font-size: 14pt">merecer um emprego, uma remuneração ou uma vida justa. Ele educa o povo para esperar que o “</span><span style="font-size: 14pt"><em>grande pai</em></span><span style="font-size: 14pt">” </span><span style="font-size: 14pt">vai prover tudo: é bolsa família, bolsa escola, auxílio saúde, auxílio natalidade, auxílio alimentação, auxílio </span><span style="font-size: 14pt">amamentação e assim vai. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Mas eles são espertos. Na verdade, o que estão fazendo é preparar as futuras gerações para continuarem </span><span style="font-size: 14pt">colocando no poder políticos da mesma laia. Estão perpetuando uma classe de eleitores que trocam seus </span><span style="font-size: 14pt">votos por migalhas. </span></p>
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		<title>Saber ler</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2007 02:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[

É muito comum se ouvir que o motivo pelo qual as escolas não conseguem motivar os alunos e evitar a evasão é o fato dos conteúdos dados estarem totalmente desvinculados da realidade da vida. Essa afirmação pode ser analisada sob várias óticas. Uma delas, é saber se as escolas, de fato, ensinam aquilo que precisa ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 14pt"></span><span style="font-size: 14pt"></p>
<p v:shape="_x0000_s1026" class="O"><span style="font-size: 16pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">É muito comum se ouvir que o motivo pelo qual as escolas não conseguem motivar os alunos e evitar a evasão </span><span style="font-size: 14pt">é o fato dos conteúdos dados estarem totalmente desvinculados da realidade da vida. Essa afirmação pode ser </span><span style="font-size: 14pt">analisada sob várias óticas. Uma delas, é saber se as escolas, de fato, </span><span style="font-size: 14pt">ensinam aquilo que precisa ser ensinado, ou seja, aquilo que os alunos precisam saber para serem bem </span><span style="font-size: 14pt">sucedidos (isto também pode ser interpretado sob várias óticas) na vida e nos negócios. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.downes.ca/post/38502"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.downes.ca/post/38502" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Stephen Downes</a></span><span style="font-size: 14pt">, em resposta a uma publicação do </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://blog.guykawasaki.com/2006/08/ten_things_to_l.html"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://blog.guykawasaki.com/2006/08/ten_things_to_l.html" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Guy Kawasaki</a></span><span style="font-size: 14pt">, publicou em seu blog um texto intitulado: </span><span style="font-size: 14pt">“Coisas que você, realmente, precisa aprender” onde lista 10 coisas que todos deveriam aprender e as escolas </span><span style="font-size: 14pt">ensinar, mas não ensinam. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Não sei se o </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.downes.ca/post/38502"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.downes.ca/post/38502" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Downes</a></span><span style="font-size: 14pt">, ao fazer a lista, hierarquizou os itens de acordo com a sua importância. De qualquer </span><span style="font-size: 14pt">modo, a coisa que ele colocou em segundo lugar como algo que as pessoas deveriam aprender, mas as </span><span style="font-size: 14pt">escolas não ensinam é: </span><span style="font-size: 14pt"><em>Como ler</em></span><span style="font-size: 14pt">. Vamos faz</span><span style="font-size: 14pt">e</span><span style="font-size: 14pt">r um teste: considerando os estudantes universitários em geral, </span><span style="font-size: 14pt">do Brasil, você diria que: a) todos eles <strong>sabem, com certeza</strong>, como ler; b) a maioria deles <strong>sabe, com certeza,</strong> </span><span style="font-size: 14pt">como ler; c) uma boa parte deles, com certeza, <strong>não sabe</strong> como ler. Qual alternativa você escolheria? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Ficou faltando dizer o que </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.downes.ca/post/38502"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.downes.ca/post/38502" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Downes</a></span><span style="font-size: 14pt"> entende por </span><span style="font-size: 14pt"><em>saber ler</em></span><span style="font-size: 14pt">: “com isso eu não quero dizer ‘</span><span style="font-size: 14pt"><em>saber ler e escrever</em></span><span style="font-size: 14pt">’ </span><span style="font-size: 14pt">no sentido tradicional, mas ao invés disso, como encarar um texto e </span><span style="font-size: 14pt"><strong><em>entender, de modo profundo</em></strong></span><span style="font-size: 14pt">, o que está </span><span style="font-size: 14pt">sendo expressado”. E aí, será que todos, ou a maioria dos estudantes universitários brasileiros sabe ler, de </span><span style="font-size: 14pt">acordo com a definição de </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.downes.ca/post/38502"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.downes.ca/post/38502" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Downes</a></span><span style="font-size: 14pt">? Eu fico com a alternativa “c”. Que dizer então, dos alunos do segundo ou </span><span style="font-size: 14pt">primeiro graus? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Sem dúvida, muitas das coisas que as escolas ensinam podem estar desvinculadas da vida real. Mas se os </span><span style="font-size: 14pt">alunos não conseguem nem </span><span style="font-size: 14pt"><strong><em>entender, de modo profundo</em></strong></span><span style="font-size: 14pt">, o que está sendo ensinado, como esperar que </span><span style="font-size: 14pt">eles consigam entender a relevância ou não desse conteúdo? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Para se saber se um determinado conteúdo tem vinculação com a realidade da vida, é preciso ter uma </span><span style="font-size: 14pt">compreensão mais ampla sobre a finalidade das escolas e que necessidades elas devem atender. A maioria </span><span style="font-size: 14pt">dos alunos e uma grande parte dos pais e professores não tem essa compreensão. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt">O texto do Stephen Downes pode ser encontrado, traduzido, no site </span><span style="font-size: 12pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.webcompetencias.com/"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.webcompetencias.com/" onclick="window.event.cancelBubble=true;">www.webcompetencias.com</a></span><span style="font-size: 12pt">. Para acessar, é necessário se </span><span style="font-size: 12pt">cadastrar como usuário. </span></p>
<p></span></p>
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		<title>Diploma ou aprender</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2007 01:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é o seu caso? Você freqüenta ou freqüentou a escola para aprender ou para obter o diploma? 

Muitos devem estar se perguntando: mas não é a mesma coisa? NÃO. 
Um dos problemas da educação, hoje em dia, é que a grande maioria dos alunos vai para as escolas visando passar de ano e conseguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p v:shape="_x0000_s1026" class="O"><span style="font-size: 14pt">Qual é o seu caso? Você freqüenta ou freqüentou a escola para aprender ou para obter o diploma? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Muitos devem estar se perguntando: mas não é a mesma coisa? NÃO. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Um dos problemas da educação, hoje em dia, é que a grande maioria dos alunos vai para as escolas visando </span><span style="font-size: 14pt">passar de ano e conseguir o diploma, não necessariamente, aprender. Se você aprender aquilo que as </span><span style="font-size: 14pt">diversas disciplinas se propõem a ensinar, obter o diploma é mera conseqüência. Agora, se você conseguiu o </span><span style="font-size: 14pt">diploma, não significa, necessariamente, que você aprendeu&#8230; pelo menos, no grau desejável. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Todos sabemos que, para conseguir o diploma, na maioria das escolas, não é preciso, necessariamente, se </span><span style="font-size: 14pt">empenhar em aprender. Do ponto de vista do aluno, entrar para uma escola para aprender é muito diferente de </span><span style="font-size: 14pt">entrar para conseguir o diploma. Se o objetivo é conseguir passar e obter o diploma, valem uma série de </span><span style="font-size: 14pt">subterfúgios para se alcançar isso. Principalmente, não estudar, não se dedicar. Agora, se o objetivo é </span><span style="font-size: 14pt">aprender, necessariamente, é preciso comparecer às aulas, cumprir as tarefas, estudar, prestar atenção, se </span><span style="font-size: 14pt">dedicar, etc.. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">O aluno que conseguiu o diploma tendo como objetivo aprender, provavelmente, será um profissional melhor e </span><span style="font-size: 14pt">com maiores chances de ser bem sucedido na vida, do que aquele que teve como objetivo, simplesmente </span><span style="font-size: 14pt">conseguir o diploma. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Parece uma coisa tão simples e óbvia: escolas existem para ensinar e alunos vão para a escola para aprender. </span><span style="font-size: 14pt">Mas, será que, de fato, é tão simples e óbvio assim? </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Começando&#8230;</title>
		<link>http://www.webcompetencias.com/cotidiano/27/04/2007/comecando/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2007 01:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sadao Kusaka</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram meses e meses de dúvidas, de questionamentos, de estudos, de buscas, de visitas a blogs, de planejamento para, finalmente, criar coragem, respirar fundo e colocar no ar. 

Qual sistema usar?; qual o melhor?; que nome dar?; onde hospedar?; será que vai dar muito trabalho?; será que vou conseguir dar conta das atualizações?; será que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p v:shape="_x0000_s1026" class="O"><span style="font-size: 14pt">Foram meses e meses de dúvidas, de questionamentos, de estudos, de buscas, de visitas a blogs, de </span><span style="font-size: 14pt">planejamento para, finalmente, criar coragem, respirar fundo e colocar no ar. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Qual sistema usar?; qual o melhor?; que nome dar?; onde hospedar?; será que vai dar muito trabalho?; será </span><span style="font-size: 14pt">que vou conseguir dar conta das atualizações?; será que vale a pena?; será que vão gostar?; será que vão </span><span style="font-size: 14pt">acessar?; será que vai dar certo?; será, será, será, será&#8230;????? </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Como tudo na vida, para saber, só tentando&#8230; </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Nesse percurso o </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.interney.net/blogfaq.php"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.interney.net/blogfaq.php" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Interney </a></span><span style="font-size: 14pt">serviu como fonte para muitos esclarecimentos iniciais sobre blogs. Seguindo um </span><span style="font-size: 14pt">link da Karla Lopez no seu </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.idearios.com.br/index.php?paged=2"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.idearios.com.br/index.php?paged=2" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Ideários</a></span><span style="font-size: 14pt"> me fez chegar a um texto ótimo (</span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://blog.penelopetrunk.com/2006/11/10/the-easiest-instructions-for-how-to-start-a-blog/"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://blog.penelopetrunk.com/2006/11/10/the-easiest-instructions-for-how-to-start-a-blog/" onclick="window.event.cancelBubble=true;">The easiest instructions for how to start a </a></span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://blog.penelopetrunk.com/2006/11/10/the-easiest-instructions-for-how-to-start-a-blog/"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://blog.penelopetrunk.com/2006/11/10/the-easiest-instructions-for-how-to-start-a-blog/" onclick="window.event.cancelBubble=true;">blog</a></span><span style="font-size: 16pt">),</span><span style="font-size: 14pt"> da </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://penelopetrunk.com/aboutme.html"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://penelopetrunk.com/aboutme.html" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Penelope Trunk</a></span><span style="font-size: 16pt">,</span><span style="font-size: 14pt"> que me tranqüilizou em relação a um monte de termos que eu não conhecia. Do </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://taijiquan.pro.br/"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://taijiquan.pro.br/" onclick="window.event.cancelBubble=true;">taijquan.pro</a></span><span style="font-size: 14pt">, recebi a tradução para o português do Wordpress 2.1.3. No </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://wordpress.org/"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://wordpress.org/" onclick="window.event.cancelBubble=true;">wordpress.org</a></span><span style="font-size: 14pt">, baixei o programa e </span><span style="font-size: 14pt">encontrei informações essenciais sobre o Wordpress, sendo que muitas delas ainda estou estudando, tentando </span><span style="font-size: 14pt">entender melhor e que pretendo implementar. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Finalmente, nessa busca, conheci muitos blogs legais que, aos poucos vou estar linkando no Cotidiano. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Faltou mencionar de onde partiu o incentivo inicial para criar o blog. Surgiu das muitas leituras (e tradução de </span><span style="font-size: 14pt">alguns) de textos, principalmente do </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.knowingknowledge.com/blog/index.php"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.knowingknowledge.com/blog/index.php" onclick="window.event.cancelBubble=true;">George Siemens </a></span><span style="font-size: 14pt">e do </span><span style="font-size: 14pt"><onmouseclick hyperlinktype="url" href="http://www.downes.ca/"></onmouseclick><a target="_blank" href="http://www.downes.ca/" onclick="window.event.cancelBubble=true;">Stephen Downes </a></span><span style="font-size: 14pt">, que sempre enfatizam muito a </span><span style="font-size: 14pt">força das redes de comunicação e dos mecanismos que viabilizam a sua existência. O desejo de participar dessa grande rede começou a aumentar. Sobre o Siemens e o Downes, por enquanto, </span><span style="font-size: 14pt">basta esta referência, pois ainda vão ser muito citados. </span></p>
<p><span style="font-size: 14pt"></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt">Caso alguém esteja pensando em iniciar um blog, seguir o mesmo caminho talvez sirva de alguma ajuda.</span></p>
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